sexta-feira, 16 de março de 2012

Era uma vez no Oeste (1968)

 Boa tarde.

Acredito que nunca tenha postado um filme western/faroeste/bang-bang por aqui. Apesar disso, eu gosto demais desse gênero da sétima arte. Tudo me encanta nele. Os cenários construídos, a brutalidade dos heróis e vilões, o código de honra seguido pelos mocinhos, as mulheres maravilhosas (sem silicone, sem lipo, sem plástica!), a velocidade paciente das cenas e por fim as arrebatadoras trilhas sonoras. Era uma vez no Oeste é um desses filmes que você deve ver, gostando do gênero ou não. Porque além de tudo o que eu disse até então, ele foi dirigido pelo rei do spaghetti western, Sergio Leone. Existem dois tipos de pessoas no mundo, as que gostam das obras de Sergio Leone e o resto. Esse foi um grande diretor italiano que fez os filmes emblemáticos de Clint Eastwood. Mas vamos ao nosso bang-bang.

Sinopse: "Em virtude das terras que possuía serem futuramente a rota da estrada de ferro, um pai e todos os filhos são brutalmente assassinados por um matador profissional. Entretanto, ninguém sabia que ele, viúvo há seis anos, tinha se casado com Jill McBrain, uma enigmática mulher de Nova Orleans, que passa ser a dona do local e recebe a proteção de um atirador, que tem contas a ajustar com um frio matador." (Fonte: Adoro Cinema).

É um desses raros filmes que a gente tem que dizer o mínimo possível para não estragar a experiência incrível de assisti-lo. A direção a cargo de Sergio Leone e a trilha sonora do (majestoso) Ennio Morricone. Além disso Henry Fonda (As Vinhas da Ira) e Charles Bronson fazem parte de um elenco incrível. Pra fechar com chave de ouro, Jill McBrain é interpretada pela maravilhosa e sensual Claudia Cardinale. Sinceramente, fico até constrangido de dar uma nota depois de falar o nome dela, mas assistam. Eu RECOMENDO [5/5].

Ahhh, Claudia...
Tenha uma boa tarde.

Guilherme.

PS: Assistam o trailer do filme.

terça-feira, 13 de março de 2012

Vittorio, O Vampiro - Anne Rice

Boa tarde.

Após um bom tempo sem postar (em decorrência dos estudos), volto a escrever por aqui. Estou sem tempo para qualquer coisa nos últimos meses. Estudando demais, correndo demais, ralando demais. Quando sobra um tempinho eu assisto um filme, ou leio o capítulo de um livro ou tento ouvir algumas faixas de um disco. E durante um desses tempinhos que eu li Vittorio, o Vampiro. Decidi lê-lo por dois motivos. Primeiro porque estou interessado em literatura de horror. E segundo pra tirar a péssima impressão que a saga Crepúsculo criou sobre qualquer coisa que se relacione a vampiros. Junto com essa saga veio uma tonelada de outras cópias afeminadas e mal disfarçadas dos personagens de Stephanie Meyer. Eu não podia acreditar que Bram Stoker fora o único bom representante dessas criaturas sombrias ao escrever Drácula. Tinha de haver mais alguém. E então eu encarei Anne Rice.

Sinopse: Vittorio é um jovem rico e belo que vive na Itália do século XIV. Sua vida é completamente transformada  quando um clã demoníaco de vampiros dizima sua família inteira. Seus irmãos mais novos foram brutalmente mortos sem que ele pudesse fazer nada e seu castelo posto em chamas diante dele. Por intervenção de uma bela vampira chamada Ursula, sua vida é poupada e ele é deixado para a desgraça de enterrar sua família sozinho. Mas Vittorio é italiano. E vê o dia amanhecer com uma única idéia: Vendetta.

Uma história de vingança, horror e romance. Não é para os de estômago fraco. Violência visceral e cenas de cultos macabros às trevas. Anne Rice conseguiu construir vampiros literalmente demoníacos. Criaturas infernais que devem ser destruídas para que não corrompam mais a natureza desse mundo. Não é um livro recomendado à meninas que veneram Robert Pattinson e que gostam de uma história previsível de amor. É uma obra pra quem quer vampiros.

De dia, eu RECOMENDO [5/5].

Tenha uma boa tarde,

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Van Halen - A Different Kind of Truth

Boa tarde.

Nesse feriado fiquem com uma excelente banda que surpreendentemente está lançando um novo disco nesse começo de ano. Estou falando dos reis do rock, Van Halen. Esse novo disco ("A Different Kind of Truth") consegue suprir toda a sede que os novos e antigos ouvintes possuiam de um bom hard rock. Curiosamente nunca fui muito fã desse estilo, mas nos últimos dias tenho ouvido muito. É uma boa pedida pra hora da corrida ou da malhação. Rock Motivacional, como diria um amigo meu. Se você não curte pedais duplos, solos de guitarra e vocais agudos esqueça. Esse disco é pra quem curte o bom e velho rock n' roll. Aos que curtem, eu RECOMENDO [5/5].

Tenha um bom dia.

Guilherme.

 

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Islands - A Sleep & A Forgetting



Bom dia.

Islands é uma banda de Montreal, Canadá. Eles têm uma pegada um pouco folk, um pouco indie rock. Tudo muito bem equilibrado com guitarras. Seu primeiro álbum de estúdio, Return to The Sea, foi lançado em abril de 2006. Seis anos depois, a banda lançará seu quarto álbum A Sleep & A Forgetting. Abaixo você confere o clipe de This is Not a Song, segunda faixa do disco. Ao fim do post você verá o link que te permite ouvir esse disco lindíssimo inteiro online. Com certeza RECOMENDO [5/5].





Disco inteiro para ouvir em Streaming


Tenha um bom dia.

Guilherme.


Fonte: 505Indie

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